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Durante toda nossa vida, participamos de diversos tipos de grupos de relacionamentos.

Fonte de imagem. site rosa zip net

Durante toda nossa vida, participamos de diversos tipos de grupos de relacionamentos.

Grupos profissionais, de amizade, familiares, religiosos, etc… E o que caracteriza e distingue esses grupos são as interações e identificações que ocorrem entre seus participantes, com o compartilhamento de valores, sentimentos, crenças, princípios e objetivos, bem como a manifestação dos papéis que cada um irá desempenhar dentro da relação.
Independente do tipo de grupos sociais e relacionais e da idade dos seus integrantes, invariavelmente, as discussões irão surgir, seja pela deturpação de alguns valores e objetivos, seja pela percepção de algum fenômeno dentro do grupo ou até mesmo pela maneira que a pessoa se permite dentro da relação.
Contudo não existe uma fórmula específica para que os relacionamentos floresçam. O maior equívoco está na tentativa ilusória de queremos agradar a todos e não falharmos com ninguém. A presunção desse acerto já configura o próprio erro, pois necessitamos reconhecer e perdoar os nossos equívocos e dos outros para crescermos no processo relacional. (Não tenha medo de erros. Erros são formas de fazer algo de maneira diferente, talvez criativamente nova. Não fique aborrecido por seus erros. Alegre-se por eles. Você teve coragem de dar algo de si) Fritz Perls.

Nas relações, o problema se manifesta com a nossa tendência em pretender que o outro seja uma extensão dos nossos desejos, vontades e expectativas.

Temos a imensa dificuldade em reconhecer o outro apenas como outro indivíduo, com uma história de vida, crenças e construções sociais que vão nortear suas escolhas e pensamentos. Acreditamos que suas vontades e escolhas devEm conversar com as nossas, logo não o respeitamos e as discussões ganham raízes intersubjetivas. Colocamo-nos como padrão existencial e queremos que o outro faça o que e como nós faríamos e quando isto não acontece, não está bom ou está errado.
E essas discussões que ocorrem no processo, incapacita o indivíduo de viver uma vida plena ao nosso lado, pois são exigências de perfeição, exigências narcísicas que não produzem bem algum, senão aprisionar.
Quais seriam as discussões que trazem paz?
As discussões que mais valem à pena e que, com efeito, são eficazes, para que os relacionamentos floresçam, são as discussões que precisamos ter em nós mesmos, com nosso eu interior, com nosso submundo emocional, com o lixão que carregamos dentro, com nossos desejos insanos que não ousamos mexer…
As discussões que trazem paz verdadeiramente pacificam o próprio Self e conseqüentemente as nossas relações, são as discussões com o nosso Eu, a respeito de aceitação, desejo, egoísmo, imaturidade, motivação, amores, vontades… E toda e qualquer parte de nós mesmos que esteja inviabilizando a manifestação do todo na relação, permitindo que nos apresentemos fragmentados na vida.

Precisamos integrar e totalizar nossas partes, para vivermos o excelente da vida nas relações.

Somente quando estivermos plenos de nós mesmos, sem amarras, tomando consciência das transformações que acontecem no processo, é que  estaremos livres para verdadeiramente amar alguém e poderemos então dar ao outro o que já temos a priori; amor e perdão, para vivermos em paz no aqui e agora. 

Leandro Veloso

Beijux
Espero que tenham gostado do meu post. :)

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